Em um dia como outro qualquer, Texugo descobre que foi roubado. Ele, um autoproclamado “catador”, mas chamado por alguns de ladrão, descobre, ao acordar, que sua casa foi roubada.Investigando, percebe que há em todo o recinto de seu casebre um cheio de comida boa em meio a uma dessarrumação enorme. Curiosamente, nenhum sinal de arrombamento ou pegadas, apenas a falta de suas ferramentas de trabalho e um pó dourado. Intrigado, Texugo vai beber para clarear a mente e Beto o aconselha a procurar Ingrid. Ela, por sua vez, confirma suas suspeitas: o roubo é obra de fadas. Seguindo as instruções da boticária, o ladrão segue o rastro e acaba no meio da floresta, próximo de anoitecer. Esgueirando, descobre uma antiga estufa, curiosamente próximo de onde Ingrid pegava alguma ervas silvestres. Lá, uma sensação sombria podia ser sentida e uma luz emanava. Temeroso, Texugo retorna com informações, mas ainda assim como um ladrão que foi roubado por outro ladrão.