Após quinze dias da última excursão, Bontim resolve se reunir com os aventureiros Pathea, Luria e Calvin para voltar ao Posto Avançado de seu povo, local também conhecido por Pathea. Eles seguem pelos ermos e ao chegar nos Bosques de Árvores com Rostos, encontram uma oferta de moedas de ouro, algo que não é comum para lugares de culto de Arali, conforme chegam a conclusão. Após uma discussão, resolvem deixar o ouro intocado e seguem caminho sem qualquer intercorrência.

Investigando o posto, descobrem uma passagem secreta e uma sala oculta com um ídolo macabro feito de ferro. Pathea conta uma história de uma entidade imaterial que causou problemas da última vez que ela esteve no lugar e que tudo ali deveria ser amaldiçoado. Assim que a elfa encerra sua história, a sombra se manifesta e em mergulhos mortais consome a vitalidade de Luria, atacando Pathea posteriormente.

No meio do combate, entretanto, Pathea após ter sua mana consumida, consegue prender com a força de sua vontade e do seu coração místico a criatura, que fica presa literalmente enquanto tentava transpassá-la. Luria, observando que o monstro se afastava da luz, ataca com uma tocha e em um golpe cheio de bravura dissipa a criatura.

Depois de um tempo investigando o ídolo de ferro, o grupo resolve levá-lo para a cidade de Vau Bruno e tentar saber um pouco mais sobre ele. De posse da estátua, eles são perseguidos por trasgos zumbis, mas conseguem se livrar deles sem maiores danos. Por fim, na viagem de retorno um conjunto de terríveis infortúnios místicos assolam o grupo de aventureiros, que chega esgotado e envelhecido magicamente, mas ainda assim vivos.