Depois de dias de sol e pacificidade, Valença, Nêmesis, Igrim e Xisto resolvem seguir em uma nova exploração. Em meio ao burburinho da taverna, resolvem ir até o posto avançado dos anões onde um ídolo de ferro, de posse de Bontim e Valença, foi achado.
Sob o ensaio de chuva, chegaram ao lugar e perceberam coisas estranhas: “como uma ruína pode estar tão limpa” um deles comentou. Certamente, concluíram, o lugar estava em uso por pessoas que estavam se esforçando para que ele, mesmo limpo, ainda parecesse abandonado. Toda a investigação, levou o grupo a concluir que se tratam de cultistas.
No intercurso, ouviram um coral de vozes guturais. Receosos, se propuseram a investigar o corredor de onde as vozes vinham, no entanto, essa foi uma escolha complicada, pois, um mal invisível ofegou seus pulmões com ar pesado e fez seus pelos eriçarem.
Valença e Igrim tomaram a responsabilidade da exploração, mas, com passos vacilantes, acabaram surpreendidos por uma criatura disforme feita da própria escuridão. A entidade engolia-os lentamente, tragando seus corpos para dentro da parede, enquanto projetava em suas mentes imagens de mãos cadavéricas que arrancavam suas peles e carne.
Coube a Xisto a coragem de salvar os companheiros. Sem temor ante o inimigo, ele usou uma tocha para ferir com luz a escuridão, o que afugentou a criatura diabólica que, retraída, esgueirou-se para o desconhecido.
Mesmo ante o perigo, o grupo continuou a exploração, mas evitou ir para mesma direção da criatura, tomando uma curva para direita. Em um corredor, descobriram uma sala secreta, revelada pelo anão Igrim por meio de um mecanismo que apenas um anão conseguiria decifrar.
Temerosos, investigam o local, percebendo que, seja lá qual mal rastejava no posto anânico, ele não havia descoberto aquela sala. Os anões farejaram o ar e abriram um sorriso vitorioso, havia ali um pouco de esperança, uma pequena vitória e centenas de peças de ouro.
No centro da sala, eles depararam com um baú com 400 moedas de ouro e, por um golpe de sorte ou providência, saíram do lugar amaldiçoado vivos e um pouco mais confortáveis financeiramente.